Tenho saudades de ter o meu coração cheio de Ti!
Sinto falta de estar assim, rodeada de Ti por todo o lado.
Sorrisos Perfeitos
24 maio 2012
11 abril 2012
Ser chamado
"Não és chamado a ser eu.
Não és chamado a ser a tua mãe.
Não és chamado a ser o teu sacerdote.
Não és chamado a ser feliz todos os dias.
Não és chamado a ser rico.
Não és chamado a ser tão organizado como o teu colega.
Não és chamado a ser tão desorganizado como o teu outro colega.
Não és chamado a ser como os teus irmãos.
Não és chamado a ser como os tipos dos anúncios.
Não és chamado a ter a família perfeita.
Não és chamado a sorrir em todos os momentos.
Não és chamado a ter todas as respostas.
Não és chamado a dizer sim a tudo e todos.
Não és chamado a fazer tudo bem à primeira.
Não és chamado a salvar o mundo de uma só vez.
Mas és chamado a segui-lo...
...um passo de cada vez!
E a procura da liberdade plena?
És chamado a isso!"
E depois de encontrar isto, senti-me mais leve. Mais d'Ele. Mais feliz.
Não és chamado a ser a tua mãe.
Não és chamado a ser o teu sacerdote.
Não és chamado a ser feliz todos os dias.
Não és chamado a ser rico.
Não és chamado a ser tão organizado como o teu colega.
Não és chamado a ser tão desorganizado como o teu outro colega.
Não és chamado a ser como os teus irmãos.
Não és chamado a ser como os tipos dos anúncios.
Não és chamado a ter a família perfeita.
Não és chamado a sorrir em todos os momentos.
Não és chamado a ter todas as respostas.
Não és chamado a dizer sim a tudo e todos.
Não és chamado a fazer tudo bem à primeira.
Não és chamado a salvar o mundo de uma só vez.
Mas és chamado a segui-lo...
...um passo de cada vez!
E a procura da liberdade plena?
És chamado a isso!"
E depois de encontrar isto, senti-me mais leve. Mais d'Ele. Mais feliz.
13 março 2012
Deep breath
When I look at that, I just wish had not wasted so much time in it. Because in the end, it just didn't work out.
It sucks.
03 março 2012
10 fevereiro 2012
25 janeiro 2012
Havia dentro dela uma paz de quem nada sentia. Uma paz de quem não procurava respostas nem teorias, certezas ou opiniões. Havia dentro dela um silêncio tão simples e sossegado que não resistiu a prolongá-lo um pouco mais. Deixou-se ficar na rua, num lugar onde há muito não parava e aninhou-se na noite.
Era uma daquelas noites em que lhe saltavam perguntas de que fugia a 7 pés. Era uma noite sem dogmas, era uma noite de medos. Outra vez.
Mas a música enchia-lhe o corpo e embebedava-lhe o espirito. E com a descontração que a ansiedade não tem, permitiu-se a saborear um belo vinho. Afinal, só tinha 2 minutos.
13 janeiro 2012
A harmonia dos seus gestos revelava uma serenidade que não lhe era comum.
Parei o nosso caminho por instantes e virei-a para mim. Levantei-lhe o queixo e sorri-lhe. Devagar, com todo o romantismo que o rio pedia, aproximei o meu rosto do dela e beijei-a. Deixei que os nossos lábios se fundissem e envolvi-lhe a cintura. Ela rodeou-me o pescoço com a naturalidade de quem o conhece bem.
Encostamos as testas e sorrimos.
Qualquer um diria que o amor vivia ali. Viveria mesmo?
29 dezembro 2011
Uma gargalhada soltou-se e inundou a sala. A primeira vez que uma gargalhada ali se soltara soara estranha. Era uma casa nova, desconhecida. Habitada por pessoas que chegara a conhecer de cor e de quem agora tentava, desesperadamente, aproximar-se.
Era bom, tanto tempo depois, partilhar aquele dia com pessoas de quem tanto gostava e com quem não crescera como sempre achara que ia. Apesar de todas as caretas, estavam à sua frente pessoas por quem nutria um carinho especial. A idade facilmente as voltava a juntar e as fazia interagir com simplicidade. Uma simplicidade que, esperava, crescesse para cumplicidade.
Soubera-lhe pela vida, aquele dia. Como se tivesse desenterrado um bocadinho de si, como se tivesse deitado uns espinhos fora.
Guardava daquele dia vários momentos. O momento em que se sentira parte daquela casa, trabalhando lado a lado com elas. O momento em que percebeu partilhar de muitas das opiniões de cada uma. O momento em que viu a empatia crescer. O momento em que partilhou sorrisos cumplices de quem sabe que não vale a pena insistir.
O momento em que se sentiu rodeada por braços de alguém que tinha gostado tanto ou mais que ela daquele dia. O momento em que percebeu que queria repetir aquilo. Muitas, muitas vezes. ♥
24 dezembro 2011
20 novembro 2011
- João?
- Sim?
- Chega lá aqui, vá.
Esboçou um sorriso e aproximou-se dela. Respeitava-a da forma mais profunda de se respeitar alguém. Viu-a colocar-se a seu lado, encostada à mesa.
- Está tudo bem, João? - voltou a perguntar.
- Está - respondeu confuso - porque pergunta?
Mudou de posição, colocou-se à sua frente e voltou a encostar-se numa mesa.
- No outro dia falei com a Daniela e enquanto falávamos percebemos que algo não estava bem. Comecei por te notar mais cansado do que era normal. E depois de falar com ela, dei por mim a reparar em alturas em que estiveste mais ríspido do que era habitual.
- Sabes, Maria, o que aconteceu com a Daniela foi algo de que nem sequer me apercebi. Tanto que quando depois falei com ela, fiquei sem saber a que se referia, porque não notei nada de diferente...
- Já te "apanhei" assim muitas vezes, levei sempre na brincadeira porque sou assim. Mas sinto em ti, e é isso que me preocupa, um João diferente do que conhecia, mais cansado, mais irritado, quase mais triste.
João fitou cada palavra enquanto a olhava nos olhos. Engoliu a seco.
- Escuta, João, às vezes achamos que temos momentos limites para tudo. Às vezes, é preciso bater lá em baixo e voltar a bater e chegar mesmo ao fundo para percebermos que temos de subir. E passas dias a chorar e a pensar que nada está onde devia estar. Sentes aquela completa insatisfação. Não tens o queres mas não sabes muito bem o que queres.
Ele sentia agora os olhos muito, muito quentes e os lábios muito, muito fracos.
- Não te sintas mal porque não fizeste muita coisa do que já querias ter feito. O que não fizeres aos 22, hás-de fazer aos 30 e hás-de fazê-lo muito bem! As coisas nem sempre têm o tempo que esperávamos. O mundo nem sempre anda à velocidade que queremos. Mas não te preocupes com isso. Não deixes que isso te magoe assim.
Maria sorriu e João sentiu que ela tinha acertado em cheio.
- Eu não sei se é isto que te preocupa, não sei se é esta a razão.
- Nem eu sei - sussurrou João.
Os olhos de Maria estavam cheios de compreensão e amor.
- E depois, João, não te esqueças que até pessoas como eu se preocupam contigo e gostam muito de ti!
João sorriu, um sorriso tocado por todo aquele amor que Maria transmitia, um amor que era sempre bom perceber.
Desejou, por momentos, ter coragem para lhe dizer que também gostava muito dela, que era, desde que se conheciam, uma referência na sua vida. E quis mesmo muito conseguir dizer-lhe que agora percebia tudo. Que descobrira não a solução, nem talvez a razão, mas o problema. O problema que tinha escondido tão bem que achava nem existir.
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